Otimização da Fiscalização das Faixas de Servidão por meio da Integração de Tecnologias de Monitoramento (AVANTES)
GEHSE • GASEE • Equipe GASEE - Segurança Patrimonial
Participantes e líderes
Demonstração em 30s
Formato vertical, estilo Reels
Documentação do projeto
Material estruturado enviado pela equipe para avaliação da banca.
Nota técnica
0
Voto popular
0
Ganho estimado
Chance de ser Campeão MPSA
17%
Seletiva (Áreas de Suporte): 6 trabalhos disputando 2 vaga(s) — 33%. Etapa MPSA: 6 finalistas — 50%.
8 participantes envolvidos
Resumo
Após estudos técnicos envolvendo análise de cobertura operacional, produtividade das equipes, tempos de resposta, criticidade das áreas e aplicação de tecnologias de monitoramento, foi implementado um novo modelo de fiscalização. A iniciativa consistiu na reestruturação das áreas de atuação das equipes remanescentes, associada à integração de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) como ferramenta de monitoramento operacional. O novo modelo permitiu a redução do quantitativo de sete para quatro células de Vigilância Florestal, preservando a efetividade da fiscalização dos ativos e ampliando a capacidade de monitoramento. Além da otimização dos recursos, a solução proporcionou maior abrangência das inspeções, maior agilidade na identificação de interferências e não conformidades, redução da exposição das equipes aos riscos das atividades em campo e fortalecimento da cultura de inovação aplicada à segurança patrimonial.
Problema resolvido
A Vigilância Florestal é responsável pela proteção patrimonial e fiscalização de 244 quilômetros da faixa do mineroduto e 560 torres da linha de transmissão, realizando inspeções preventivas para identificação de interferências, ocupações irregulares, atividades de terceiros e demais não conformidades que possam comprometer a integridade dos ativos. Historicamente, essa atividade era executada por sete células de Vigilância Florestal, distribuídas estrategicamente ao longo do empreendimento e dedicadas à realização de inspeções terrestres. Embora o modelo atendesse às necessidades operacionais, demandava elevado emprego de recursos humanos, veículos e logística, além de maior exposição das equipes aos riscos inerentes às atividades em campo. Com a evolução das tecnologias de monitoramento, identificou-se a oportunidade de revisar o modelo operacional, buscando aumentar a eficiência da fiscalização, reduzir custos operacionais e manter a efetividade da proteção dos ativos.
Impacto gerado
Resumo dos ganhos Segurança (HSE) ? Redução da exposição dos empregados às atividades em campo. ? Redução da necessidade de deslocamentos terrestres. ? Maior utilização de monitoramento remoto. ? Maior segurança durante as inspeções em áreas de difícil acesso. Performance ? Reestruturação do modelo operacional. ? Manutenção da efetividade da fiscalização. ? Ampliação da cobertura operacional. ? Maior rapidez na identificação de interferências e não conformidades. ? Melhor utilização dos recursos disponíveis. Inovação ? Integração de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) às atividades de Vigilância Florestal. ? Modernização do processo de fiscalização dos ativos. ? Aplicação de tecnologia para aumento da produtividade operacional. ? Transformação digital aplicada à proteção patrimonial. Custos A reestruturação do modelo de fiscalização da Vigilância Florestal, por meio da redistribuição das áreas de atuação e da integração de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs), possibilitou a redução de 43% das células de fiscalização, mantendo a efetividade do monitoramento de 244 km da faixa do mineroduto e 560 torres da linha de transmissão. A iniciativa ampliou a eficiência operacional, reduziu a exposição das equipes às atividades de campo, fortaleceu a identificação tempestiva de interferências e não conformidades e gerou uma economia potencial de R$ 8.773.930,77 no período residual do contrato.