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HSEEm avaliaçãoSeminário de Áreas de Suporte

Gestão de Emergência 4.0

GEHSE • GASEE • Equipe GASEE - Segurança Patrimonial

Participantes e líderes

Foto de Isaac CoelhoIsaac CoelhoGestor
Foto de Nayra FerreiraNayra FerreiraFacilitador
Foto de Railza PrataRailza PrataApresentador
Foto de Claudio NunesClaudio NunesParticipante
Foto de Tharles FavachoTharles FavachoParticipante
Foto de Cleidionor LopesCleidionor LopesParticipante
Foto de Antonio Cassio Ferreira SilvaAntonio Cassio Ferreira SilvaParticipante
Foto de Odiney MachadoOdiney MachadoParticipante

Demonstração em 30s

Formato vertical, estilo Reels

0:30

Documentação do projeto

Material estruturado enviado pela equipe para avaliação da banca.

GEHSE_HSE_SUP_14583_Gestão de Emergência 4.0Documento estruturado • PDF Abrir

Nota técnica

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Voto popular

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Ganho estimado

Chance de ser Campeão MPSA

14%

Seletiva (Áreas de Suporte): 7 trabalhos disputando 2 vaga(s) — 29%. Etapa MPSA: 6 finalistas — 50%.

8 participantes envolvidos

Resumo

Implantação de Desfibriladores Externos Automáticos (DEA) em locais estratégicos, acompanhada da capacitação das equipes em primeiros socorros e utilização do equipamento, aumentando a capacidade de resposta em ocorrências de emergência médica. Implementação de uma estação própria para recarga de cilindros de ar respirável, proporcionando autonomia operacional, redução expressiva dos custos de recarga, maior disponibilidade dos cilindros e menor dependência de serviços terceirizados. Disponibilização do dispositivo SPOT para trabalhadores que atuam em áreas remotas, permitindo o monitoramento em tempo real pelo CCS, maior rastreabilidade das equipes e agilidade no acionamento em situações de emergência. Implantação de Desfibriladores Externos Automáticos (DEA) em pontos estratégicos, ampliando a capacidade de resposta às emergências médicas. Equipes capacitadas em primeiros socorros e utilização do DEA, proporcionando atendimento inicial mais rápido e eficiente até a chegada do resgate especializado. Implementação de estação própria para recarga de cilindros de ar respirável, garantindo autonomia operacional e maior disponibilidade dos equipamentos. Redução significativa dos custos com recarga de cilindros e eliminação da dependência exclusiva de empresas terceirizadas. Diminuição do tempo de indisponibilidade dos cilindros, assegurando maior prontidão para atendimento às emergências. Disponibilização do dispositivo SPOT para trabalhadores em áreas remotas, permitindo monitoramento contínuo pelo CCO. Maior agilidade na localização das equipes e no acionamento da resposta em situações de emergência. Fortalecimento da segurança dos colaboradores que atuam em áreas remotas, mesmo em locais sem cobertura de telefonia convencional. Elevação do nível de prontidão operacional, promovendo uma gestão de emergências mais moderna, eficiente, segura e alinhada às melhores práticas.

Problema resolvido

O atendimento inicial a emergências em áreas remotas possuía limitação de recursos para resposta imediata, reduzindo a capacidade de atuação das equipes até a chegada do atendimento especializado. A recarga dos cilindros de ar respirável era realizada exclusivamente por empresa contratada, gerando elevado custo por recarga, maior tempo de indisponibilidade dos equipamentos e dependência de fornecedores externos. O acompanhamento de colaboradores que executavam atividades em áreas remotas era limitado, dificultando a localização rápida das equipes e o acionamento imediato em situações de emergência. Atendimento a emergências médicas limitado em áreas remotas, sem disponibilidade de Desfibriladores Externos Automáticos (DEA) próximos às equipes. Colaboradores sem capacitação específica para utilização do DEA e atendimento inicial em casos de parada cardiorrespiratória. Recarga de cilindros de ar respirável realizada exclusivamente por empresa contratada, gerando elevado custo operacional e dependência de terceiros. Maior tempo de indisponibilidade dos cilindros durante o processo de envio e retorno para recarga. Ausência de autonomia para realizar recargas internamente, reduzindo a agilidade na reposição dos equipamentos. Monitoramento limitado das equipes que atuavam em áreas remotas, dificultando a localização em situações de emergência. Dependência de comunicação convencional em locais com baixa ou nenhuma cobertura de telefonia. Menor agilidade no acionamento das equipes de resposta e na tomada de decisão durante ocorrências. Recursos de emergência distribuídos de forma isolada, sem uma estratégia integrada para fortalecimento da prontidão operacional. Maior exposição aos riscos operacionais devido à limitação de tecnologias e recursos voltados à prevenção e resposta às emergências.

Impacto gerado

Maior Segurança para as Pessoas Implantação de DEA em pontos estratégicos da operação. Capacitação das equipes em primeiros socorros e utilização do DEA. Maior capacidade de resposta em casos de parada cardiorrespiratória. Redução do tempo entre a ocorrência e o primeiro atendimento. Maior Controle Operacional Monitoramento em tempo real das equipes em áreas remotas através do SPOT. Maior rastreabilidade dos trabalhadores durante as atividades. Agilidade no acionamento do CCS em situações de emergência. Aumento da confiabilidade no gerenciamento das operações de campo. Modernização da Gestão de Emergências Maior disponibilidade dos equipamentos críticos. Redução da dependência de fornecedores externos. Fortalecimento da cultura preventiva. Elevação da prontidão operacional. Integração entre tecnologia, pessoas e processos. Maior eficiência na resposta às emergências.