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Inovação de ProcessoEm avaliaçãoSeminário de Áreas de Suporte

Excelência em HSE: Valor para o negócio

GEHSE • GAMAS • Equipe GAMAS - Meio Ambiente

Participantes e líderes

Foto de Jonilton PaschoalJonilton PaschoalGestor
Foto de Nayra FerreiraNayra FerreiraFacilitador
Foto de Claudio FilhoClaudio FilhoApresentador
Foto de Bruno Jose CunhaBruno Jose CunhaParticipante
Foto de Ana PontesAna PontesParticipante
Foto de Vicente SousaVicente SousaParticipante
Foto de Petrya ZagoPetrya ZagoParticipante
Foto de Felipe Alexandre LimaFelipe Alexandre LimaParticipante

Demonstração em 30s

Formato vertical, estilo Reels

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Documentação do projeto

Material estruturado enviado pela equipe para avaliação da banca.

GEHSE_PER_SUP_14863_HSE Value - Do compliance à performance: inteligência ambiental gerando valor recorrente para o negócioDocumento estruturado • PDF Abrir

Nota técnica

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Voto popular

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Ganho estimado

Chance de ser Campeão MPSA

14%

Seletiva (Áreas de Suporte): 7 trabalhos disputando 2 vaga(s) — 29%. Etapa MPSA: 6 finalistas — 50%.

8 participantes envolvidos

Resumo

A solução foi estruturar uma atuação integrada baseada em evidências, revisão de critérios e adoção de tecnologia, tratando cada frente conforme sua causa específica. Na Reposição Florestal, foram consolidados dados de cubagem e romaneio, rastreabilidade por ASV, documentação técnica e fundamentação normativa para sustentar junto à SEMAS o uso da volumetria efetivamente apurada como base da obrigação. Na TFRH, foram realizadas reuniões de alinhamento com o setor de taxas da Hydro e empresas de Bauxita & Alumina, quando foi identificada a possibilidade do bônus de 20% previsto na Lei nº 10.311/2023. Em seguida, foi elaborado relatório técnico reunindo as soluções sustentáveis de uso da água adotadas pela Mineração Paragominas e protocolada a solicitação formal do benefício. No PRAD de Precisão, foi adotado o uso de drone para avaliação das áreas, permitindo delimitar com maior precisão os locais que efetivamente necessitavam de preparo e plantio. A combinação dessas ações eliminou causas de superdimensionamento, baixa precisão e oportunidades não capturadas, convertendo conhecimento técnico em redução de custos, menor risco e melhoria de performance. O método adotado também fortaleceu a integração entre áreas técnicas, regulatórias e financeiras, aumentando a rastreabilidade e a sustentabilidade dos resultados obtidos.

Problema resolvido

O problema central era a existência de processos ambientais relevantes com baixa integração entre dados técnicos, critérios regulatórios, tecnologia e visão financeira, o que podia gerar decisões mais conservadoras, desembolsos superiores ao necessário e intervenções pouco precisas. Na Reposição Florestal, a divergência de critério com a SEMAS resultava em uma base estimada superior à volumetria efetivamente apurada pela MPSA, elevando a obrigação financeira. Na TFRH, havia uma oportunidade legal de redução de 20% da taxa que ainda precisava ser identificada, comprovada e formalmente requerida, a partir da demonstração das práticas sustentáveis de uso da água. No PRAD, a avaliação convencional não possuía a mesma precisão espacial obtida posteriormente com drone, aumentando o risco de preparar e plantar áreas que não demandavam intervenção. Essas situações tinham causas diferentes, mas um ponto comum: a necessidade de tomar decisões ambientais com maior qualidade de informação e melhor integração entre áreas. Sem essa evolução, a companhia permaneceria exposta a custos evitáveis, retrabalho, menor previsibilidade e dificuldade de demonstrar o valor gerado pela gestão ambiental para a performance do negócio. O desafio exigia, portanto, uma solução que atacasse as causas específicas de cada frente, sem perder a visão integrada de geração de valor.

Impacto gerado

Os ganhos em segurança estão principalmente associados à redução de atividades desnecessárias em campo e ao aumento da previsibilidade dos processos. No PRAD de Precisão, a utilização de drone permitiu revisar a necessidade de intervenção em áreas inicialmente indicadas para recuperação, reduzindo de 101 para 76 hectares a área efetivamente necessária. Com isso, 25 hectares deixaram de demandar preparo e plantio, reduzindo a exposição de trabalhadores a deslocamentos, operação de equipamentos, interação com frentes de serviço e demais riscos inerentes às atividades de campo. A maior assertividade também reduz retrabalho e novas mobilizações, contribuindo para um planejamento operacional mais seguro. Nas frentes de Reposição Florestal e TFRH, o ganho de segurança é indireto e decorre principalmente da maior estabilidade regulatória e previsibilidade para execução das atividades, evitando situações de urgência ou interrupções que possam pressionar a operação. Não foram identificados indicadores específicos de redução de acidentes associados à melhoria. Portanto, o ganho deve ser apresentado como redução de exposição e melhoria das condições de planejamento, sem atribuir resultados de segurança que não tenham sido mensurados. A contribuição para segurança, portanto, está na prevenção de exposições desnecessárias e na execução mais planejada e controlada das atividades requeridas.A melhoria não teve como objetivo principal gerar ganhos diretos em saúde ocupacional e, com base nas evidências disponíveis, não há resultado de saúde mensurado que deva ser atribuído ao trabalho. Entretanto, alguns efeitos indiretos podem ser reconhecidos de forma prudente. No PRAD de Precisão, a redução de 25 hectares de áreas que deixaram de demandar preparo e plantio diminui a necessidade de mobilização de pessoas, equipamentos e atividades de campo, o que reduz a exposição ocupacional associada a essas etapas. A maior precisão na definição das áreas também contribui para planejamento mais organizado e menor necessidade de retrabalho, evitando mobilizações adicionais. Nas frentes de Reposição Florestal e TFRH, os ganhos foram predominantemente regulatórios, financeiros, ambientais e de performance, sem evidência de impacto direto sobre indicadores de saúde. Dessa forma, o principal benefício relacionado à saúde está associado à redução indireta de exposição decorrente da eliminação de atividades desnecessárias no PRAD. Para manter o cadastro tecnicamente consistente, recomenda-se registrar esse ganho como indireto e não atribuir resultados quantitativos de saúde que não tenham sido efetivamente medidos. Esse cuidado evita superestimar benefícios e mantém o registro alinhado às evidências efetivamente disponíveis para a melhoria.Os ganhos ambientais decorrem principalmente do aumento da precisão das decisões e do uso mais eficiente dos recursos. Na Reposição Florestal, a melhoria permitiu alinhar a obrigação ao volume efetivamente apurado, com base em dados rastreáveis de cubagem e romaneio, evitando que o cumprimento fosse dimensionado por uma estimativa superior à realidade técnica da supressão. Na TFRH, o processo de solicitação do bônus de 20% exigiu organizar e demonstrar as soluções sustentáveis de uso da água já adotadas pela Mineração Paragominas, reforçando a importância da gestão eficiente dos recursos hídricos e dando visibilidade às práticas existentes. No PRAD de Precisão, o uso de drone permitiu identificar com maior exatidão as áreas que realmente necessitavam de intervenção, evitando preparo e plantio em 25 hectares desnecessários. Isso reduz mobilização de solo, uso de insumos, consumo de recursos e intervenções que não agregariam benefício ambiental. Em conjunto, a melhoria fortalece uma lógica de gestão ambiental baseada em evidências, na qual as ações são dimensionadas de forma mais precisa, com menor desperdício e maior efetividade. Esse direcionamento reduz impactos evitáveis e melhora a relação entre esforço, custo e benefício ambiental em cada processo.A melhoria trouxe ganhos relevantes de performance ao tornar três processos ambientais mais eficientes, previsíveis e orientados por dados. Na Reposição Florestal, a consolidação da volumetria efetivamente apurada e de sua rastreabilidade permitiu substituir uma discussão baseada em estimativa por uma base técnica reconhecida pela SEMAS, reduzindo incertezas e aumentando a qualidade da decisão. Na TFRH, a integração com o setor de taxas da Hydro e com empresas de Bauxita & Alumina permitiu identificar uma oportunidade prevista em lei, organizar as evidências necessárias e conduzir o processo até a obtenção do bônus de 20%. No PRAD de Precisão, o uso de drone aumentou a resolução da avaliação e reduziu de 101 para 76 hectares a área efetivamente necessária para intervenção, eliminando 25 hectares de preparo e plantio. Esses resultados representam redução de desperdícios, retrabalho e desembolsos, além de maior agilidade e confiabilidade na gestão. A melhoria também estruturou metodologias que podem ser reaplicadas, ampliando a capacidade da área de HSE de contribuir de forma contínua para a performance operacional e financeira. Dessa forma, a performance obtida não se limita ao resultado financeiro, mas inclui melhor decisão, menor desperdício e maior capacidade de execução.Os ganhos financeiros consolidados da melhoria totalizam R$ 12,52 milhões em 2025 e 2026, somando valores evitados e preservação de caixa nos três eixos. Na Reposição Florestal, o cenário baseado no critério por área representava uma obrigação estimada de R$ 11,40 milhões, enquanto o valor reconhecido com base na volumetria efetivamente apurada foi de R$ 4,04 milhões. A diferença corresponde a R$ 7,36 milhões de valor evitado. Na TFRH, o valor total previsto era de R$ 21,36 milhões e, após a obtenção do bônus de 20% previsto na Lei nº 10.311/2023, o valor pago foi de aproximadamente R$ 17,70 milhões, resultando em R$ 3,66 milhões de preservação de caixa em 2025. No PRAD de Precisão, a redução de 25 hectares de intervenção evitou R$ 1,50 milhão em preparo e plantio, considerando custo de referência de R$ 60 mil por hectare. Os valores devem ser suportados pelas respectivas memórias de cálculo e submetidos à validação da Controladoria, conforme a governança prevista no SIM. O total consolidado representa impacto financeiro comprovado, sem incluir potenciais ganhos futuros associados à aplicação recorrente das metodologias desenvolvidas.