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Inovação TecnológicaEm avaliaçãoWorkshop Operacional (WO)

Simulador de chuva

GEMIN • GAGEP • Equipe GAGEP - Planejamento e Geologia

Participantes e líderes

Foto de WERTHON LUIS DOS SANTOSWERTHON LUIS DOS SANTOSGestor
Foto de Maria SantosMaria SantosFacilitador
Foto de Vicente BarbosaVicente BarbosaParticipante
Foto de CARLOS ANDRE DELGADO CAMBRAIACARLOS ANDRE DELGADO CAMBRAIAParticipante
Foto de JULIANA SILVA SANTOSJULIANA SILVA SANTOSApresentador
Foto de Thays Santana SilvaThays Santana SilvaParticipante
Foto de FABRICIO MELO DOS SANTOSFABRICIO MELO DOS SANTOSParticipante
Foto de ANDRE LUIZ DA CONCEICAO GOMESANDRE LUIZ DA CONCEICAO GOMESParticipante

Demonstração em 30s

Formato vertical, estilo Reels

0:30

Documentação do projeto

Material estruturado enviado pela equipe para avaliação da banca.

GEMIN_INT_WO_12796_Simulador de chuvaDocumento estruturado • PDF Abrir

Nota técnica

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Voto popular

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Ganho estimado

Chance de ser Campeão MPSA

25%

Seletiva (Operações): 2 trabalhos disputando 1 vaga(s) — 50%. Etapa MPSA: 6 finalistas — 50%.

8 participantes envolvidos

Resumo

Com a implementação do simulador de inundação utilizando o ArcGIS Pro, passou a ser possível realizar análises preditivas do comportamento do escoamento superficial antes mesmo da implantação das estruturas em campo. A partir de levantamentos topográficos de alta precisão, incluindo dados obtidos por LiDAR e modelos digitais de terreno atualizados, o software permite simular cenários de precipitação e identificar com antecedência as áreas de concentração de fluxo, possíveis zonas de inundação e caminhos naturais da água. Com essas informações, torna-se possível planejar de forma mais eficiente o posicionamento de estruturas de drenagem, como bacias de amortecimento, canais de escoamento e gabiões, reduzindo riscos operacionais, prevenindo erosões e minimizando impactos em áreas de PRAD e infraestrutura de mina. Além disso, a ferramenta contribui para uma tomada de decisão mais rápida e assertiva, permitindo antecipar problemas, otimizar o planejamento de drenagem e aumentar a segurança operacional durante a abertura e avanço das frentes de lavra.

Problema resolvido

Antes da utilização do simulador de inundação no ArcGIS Pro, a análise do comportamento da água em áreas de mina era realizada principalmente por meio de interpretação visual do relevo, experiência operacional e análise estática de modelos digitais de terreno. Essa abordagem apresentava limitações, pois não permitia simular cenários de precipitação ou prever com precisão os caminhos preferenciais de escoamento das águas pluviais. Dessa forma, a definição de estruturas de drenagem, como bacias de sedimentação, canais e gabiões, dependia de análises mais conservadoras ou ajustes posteriores após eventos de chuva. Em alguns casos, somente após chuvas intensas era possível identificar pontos críticos de acúmulo ou direcionamento inadequado da água, exigindo retrabalhos operacionais, intervenções emergenciais de infraestrutura e ajustes nos dispositivos de drenagem já implantados.

Impacto gerado

Mitigação do risco de acidentes com equipamentos móveis, causados por alagamentos inesperados, erosões ou perda de estabilidade do solo; Prevenção de rompimentos e falhas em estruturas de drenagem, reduzindo riscos de colapsos, carreamento de material e impactos súbitos na operação; Antecipação de pontos críticos de acúmulo e direcionamento de água, permitindo o bloqueio ou adequação preventiva de áreas antes de eventos extremos; Aumento da previsibilidade operacional, reduzindo decisões reativas sob pressão durante eventos de chuva intensa.Planejamento preventivo de acessos e frentes de lavra, evitando deslocamentos desnecessários de pessoas para áreas com potencial de inundação; Melhoria das condições ergonômicas e operacionais, ao reduzir retrabalhos e correções improvisadas em drenagens mal dimensionadas; Mitigação do risco de acidentes com equipamentos móveis, causados por alagamentos inesperados, erosões ou perda de estabilidade do solo; Prevenção de rompimentos e falhas em estruturas de drenagem, reduzindo riscos de colapsos, carreamento de material e impactos súbitos na operação.Redução de processos erosivos, ao permitir o correto dimensionamento e posicionamento de canais, bacias e dissipadores de energia; Menor carreamento de sedimentos para áreas sensíveis, cursos d?água e estruturas de PRAD, contribuindo para a conformidade ambiental; Proteção de áreas em recuperação ambiental (PRAD), evitando alagamentos, ravinamentos e perda de material vegetal; Aumento da aderência a condicionantes ambientais e boas práticas de gestão hídrica, com decisões baseadas em modelagem e dados de alta precisão; Diminuição da necessidade de correções ambientais posteriores, reduzindo impactos e custos associados a remediações.Melhoria significativa no planejamento de drenagem da mina, com decisões baseadas em simulações preditivas e não apenas em análises estáticas; Redução de retrabalhos e intervenções corretivas, diminuindo custos operacionais e paradas não planejadas; Otimização do uso de recursos de infraestrutura, com implantação de estruturas de drenagem no local correto e com dimensionamento adequado; Aumento da disponibilidade operacional das frentes de lavra, mesmo em períodos chuvosos, reduzindo impactos na produção; Maior assertividade na tomada de decisão, com suporte de dados topográficos de alta precisão (LiDAR e MDTs atualizados); Agilidade no ciclo de planejamento, permitindo simular cenários antes da execução em campo, alinhando lavra, infraestrutura e meio ambiente.Redução de horas de paradas dos equipamentos por pós chuva nas áreas em que foram trabalhadas preventivamente através do Flood Simulation;