Inteligência de ativos (GPA) dos transportadores de correias
GEMPI • GACGA • Equipe GACGA - Engenharia e Confiabilidade de Usina
Participantes e líderes
Demonstração em 30s
Formato vertical, estilo Reels
Documentação do projeto
Material estruturado enviado pela equipe para avaliação da banca.
Nota técnica
0
Voto popular
0
Ganho estimado
Chance de ser Campeão MPSA
25%
Seletiva (Manutenções): 2 trabalhos disputando 1 vaga(s) — 50%. Etapa MPSA: 6 finalistas — 50%.
8 participantes envolvidos
Resumo
A condição futura é transformar o GPA dos transportadores de correia em uma inteligência integrada de gestão de performance de ativos, capaz de consolidar dados operacionais, condição dos componentes, inspeções, ultrassom, roletes, falhas, backlog, notas SAP, materiais críticos e custos em uma visão única, confiável e priorizada. O sistema deverá indicar automaticamente quais transportadores e componentes exigem atenção, diferenciando situações de monitoramento, alerta e criticidade, com base em regras como saúde baixa, parada indevida, sobrecarga, perda de espessura, vida útil residual, dano visual, rolete com temperatura/vibração elevada, falha recorrente, ordem vencida e material crítico sem estoque. Com apoio de IA, o GPA deverá deixar de apenas apresentar indicadores e passar a gerar recomendações práticas: priorizar ativos que bloqueiam rotas de produção, sugerir abertura de nota SAP, indicar necessidade de inspeção, antecipar troca de correia, direcionar RCA para falhas repetitivas, apontar risco de indisponibilidade e apoiar o planejamento de materiais e janelas de manutenção. O resultado esperado é uma gestão mais preditiva, padronizada e rastreável dos transportadores de correia, reduzindo dependência de análise manual, aumentando a confiabilidade operacional e conectando melhor condição do ativo, manutenção, operação, PCM e suprimentos.
Problema resolvido
Atualmente, os transportadores de correia já possuem uma base inicial de inteligência no GPA, com visualização de saúde por ativo, status operacional, fluxograma, espessura da correia, severidade de anomalias, inspeções visuais, roletes, temperatura, vibração e velocidade. O próprio mapeamento existente já indica que há ativos com saúde baixa, saúde global em torno de 60,00, transportadores críticos no fluxograma, além de 11 correias abaixo da vida útil estimada e ocorrências relevantes de furo/desplacamento/rasgo, acúmulo de minério e desgaste de guia lateral. Apesar disso, a inteligência ainda está em fase de estruturação e precisa evoluir de uma visão predominantemente consultiva para um modelo mais acionável. Parte das informações ainda depende de análise manual, correlação entre telas, validação de dados e interpretação da equipe de confiabilidade, operação e manutenção. Também ainda há necessidade de melhorar a padronização entre tags PI, equipamentos/locais de instalação SAP, modos de falha, componentes e critérios de severidade, pois sem essa chave única a geração de alertas confiáveis, notificações SAP e histórico estruturado fica limitada.
Impacto gerado
A melhoria permitirá evoluir o GPA dos transportadores de correia de uma visão majoritariamente consultiva para uma gestão mais preditiva e acionável. Com a consolidação de informações de saúde do ativo, espessura da correia, severidade de anomalias, inspeções, roletes, temperatura, vibração, status operacional e histórico de manutenção, será possível priorizar com mais rapidez os ativos críticos e atuar de forma mais assertiva sobre desvios e riscos operacionais. Espera-se redução do tempo gasto em análises manuais, melhor direcionamento das inspeções e intervenções, aumento da confiabilidade dos transportadores, melhoria no planejamento das manutenções e maior integração entre confiabilidade, operação, manutenção, PCM e suprimentos. Como resultado, a gestão tende a ganhar agilidade, padronização, rastreabilidade e melhor capacidade de prevenção de falhas.Os ganhos financeiros esperados estão associados principalmente à redução de perdas por falhas não planejadas e à melhoria na eficiência das decisões de manutenção dos transportadores de correia. Com melhor priorização dos ativos e identificação antecipada de degradação, a tendência é reduzir paradas corretivas emergenciais, minimizar danos secundários em componentes, otimizar a vida útil de correias e roletes e reduzir custos com intervenções urgentes e retrabalho. Também há potencial para melhorar o planejamento de materiais e serviços, evitando compras emergenciais e apoiando uma alocação mais eficiente dos recursos de manutenção. Em um primeiro momento, os ganhos serão mais percebidos pela redução de risco operacional e aumento da efetividade da gestão; com a maturidade do GPA, esses benefícios poderão ser quantificados com maior precisão em termos de custo evitado, redução de perdas de produção e otimização do OPEX.