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Inovação TecnológicaEm avaliaçãoSeminário de Áreas de Suporte

Determinação de densidades in situ por geofísica

GEPEM • GAPEP • Equipe GAPEP - Coordenação Pesquisa & Exploração

Participantes e líderes

Foto de Keila Pam GomesKeila Pam GomesGestor
Foto de Nelson QuadrosNelson QuadrosFacilitador
Foto de Acacio Pina NetoAcacio Pina NetoParticipante
Foto de Nelson QuadrosNelson QuadrosParticipante
Foto de Ericka Nascimento BritoEricka Nascimento BritoParticipante
Foto de Ricardo SouzaRicardo SouzaParticipante
Foto de Josue OliveiraJosue OliveiraParticipante
Foto de Gustavo LoureiroGustavo LoureiroParticipante

Demonstração em 30s

Formato vertical, estilo Reels

0:30

Documentação do projeto

Material estruturado enviado pela equipe para avaliação da banca.

GEPEM_INT_SUP_14092_Determinação de densidades in situ por geofísicaDocumento estruturado • PDF Abrir

Nota técnica

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Voto popular

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Ganho estimado

Chance de ser Campeão MPSA

17%

Seletiva (Áreas de Suporte): 6 trabalhos disputando 2 vaga(s) — 33%. Etapa MPSA: 6 finalistas — 50%.

8 participantes envolvidos

Resumo

Utilização da perfilagem geofísica diretamente nos furos de sondagem para realizar a determinação in situ das densidades. A metodologia permite a determinação de todo o perfil do furo (dados contínuos em todas as litologias) de maneira mais precisa e acurada e, como é realizada no furo de sondagem, permite a interpolação dos valores para futuras áreas de lavra.

Problema resolvido

Inicialmente a definição dos valores de densidades de ROM de minério era feito através de inúmeras amostragens pontuais realizadas nas frentes de lavra. Uma atividade que demandava muito tempo e recursos (análises em laboratório, equipe de amostragem, carros, etc.). Posteriormente optou-se por utilizar valores históricos de densidade e fixos por litologias. No entanto, não era possível a interpolação de densidade e nem se conhecia a real variabilidade

Impacto gerado

Redução da exposição da equipe às atividades operacionais de coleta manual de amostras em campo, diminuindo a necessidade de deslocamentos frequentes, manuseio de materiais e permanência em frentes de lavra. Redução da exposição da equipe às atividades operacionais de coleta manual de amostras em campo, diminuindo a necessidade de deslocamentos frequentes, manuseio de materiais e permanência em frentes de lavra. Menor deslocamento com veículos, consequentemente menor consumo de CO2 : A melhoria permitiu maior precisão e representatividade na determinação das densidades do ROM, substituindo amostragens pontuais e valores históricos por dados contínuos obtidos diretamente nos furos de sondagem. Isso melhora a qualidade das informações geológicas, a interpolação dos dados, o planejamento de lavra e a confiabilidade dos modelos. Ganhos Financeiros: Potencial redução de custos com amostragem, análises laboratoriais, mobilização de equipe, veículos e retrabalhos. A metodologia também contribui para decisões mais assertivas no planejamento da lavra, reduzindo incertezas e aumentando a confiabilidade dos dados utilizados nos cálculos de volume, tonelagem e densidade.