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PerformanceEm avaliaçãoSeminário de Áreas de Suporte

Inteligência Geológica para Previsibilidade e Otimização da Lavra

GEPEM • GAPEP • Equipe GAPEP - Coordenação Pesquisa & Exploração

Participantes e líderes

Foto de Keila Pam GomesKeila Pam GomesGestor
Foto de Nelson QuadrosNelson QuadrosFacilitador
Foto de Acacio Pina NetoAcacio Pina NetoParticipante
Foto de Ismael SoaresIsmael SoaresParticipante
Foto de Joyce Lopes CarmoJoyce Lopes CarmoParticipante
Foto de Artur BarrosArtur BarrosParticipante
Foto de Rubens PintoRubens PintoParticipante
Foto de Ricardo RadtkeRicardo RadtkeParticipante

Demonstração em 30s

Formato vertical, estilo Reels

0:30

Documentação do projeto

Material estruturado enviado pela equipe para avaliação da banca.

GEPEM_PER_SUP_14095_Inteligência Geológica para Previsibilidade e Otimização da LavraDocumento estruturado • PDF Abrir

Nota técnica

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Voto popular

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Ganho estimado

Chance de ser Campeão MPSA

14%

Seletiva (Áreas de Suporte): 7 trabalhos disputando 2 vaga(s) — 29%. Etapa MPSA: 6 finalistas — 50%.

8 participantes envolvidos

Resumo

As medições de espessura do minério lavrado, associadas ao levantamento topográfico das canaletas, passaram a ser incorporadas ao modelo geológico. Essa integração refinou a geometria e as espessuras do minério, aumentando a previsibilidade para as faixas seguintes. O modelo também permite quantificar as camadas lavradas e avaliar perdas e diluição durante a lavra, dando suporte técnico à tomada de decisão do controle de qualidade.

Problema resolvido

Não havia um modelo geológico de curto prazo. O modelo existente utilizava apenas furos de sondagem para representar o minério, resultando em uma geometria e espessura do minério imprecisa e pouco representativa. Além disso, os dados coletados em campo não eram integrados ao modelo, e a quantidade real de BNC lavrada era desconhecida, pois o horizonte ocorria em lentes e não podia ser previsto adequadamente.

Impacto gerado

Maior aproveitamento da camada de minério. Em 2025 a reconciliação do ROM (Mt) foi de 101.8%, representando 916 mil toneladas de bauxita a mais caso a melhoria não fosse implementada. Redução de custos por menor diluição e perdas de minério, aumento da recuperação de BNC e maior eficiência operacional com melhor previsibilidade da lavra. Em validação pela controladoria.